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26 de jan. de 2011

Dan Pacheco-Figueiredo

O fortalezense Dan Pacheco-Figueiredo é compositor e intérprete de suas próprias canções.
O músico está desenvolvendo atualmente o projeto PESSOAINMUSICA, que será lançado oportunamente em forma de espetáculo e disco.
Nesse trabalho, Dan reapresenta uma seleção de poemas musicados de Fernando Pessoa, nunca descuidando da autonomia das canções, isto é: não se trata de poemas em fundo musical mas de canções com vida própria...
A primeira canção do projeto PESSOAINMUSICA é "Mar Português", que está disponível para ouvir e baixar no blogue do artista (http://pacheco-figueiredo.blogspot.com/) e também em sua página no Facebook




Ana Cléria

Ana Cléria trilha os caminhos da música como regente, instrumentista (saxofone e flauta), cantora, produtora, arranjadora e arte-educadora.

Tanta versatilidade é resultado de uma dedicada formação musical e atitude profissional. Seu reconhecimento como saxofonista e flautista começam pelo trabalho pioneiro no mercado musical cearense, onde, ainda hoje, concentra poucas instrumentistas mulheres.

Licenciada em Música pela Universidade Estadual do Ceará, participou de vários cursos de flautas, saxofone e regência-coral, como também de festivais internacionais nas cidades de Brasília, Londrina, Domingos Martins (ES) e Rio de Janeiro.

A musicista alcança um público amplo e diverso, cujo segredo é seu repertório eclético adaptado à natureza dos eventos em que rege, canta ou toca.

Contatos: anacleriasax@yahoo.com.br / 99095999

Níguer

O conceito,capitaneado por Níguer,é trabalhado desde 2007 com performances vigorosas e descontraídas, além de criatividade e esmero num repertório sempre bastante diversificado e surpreendente.No repertório há muito de Seu Jorge, James Brown, Jorge Benjor, Pedro Luis e A Parede,Tim Maia,Ray Charles etc. Órbita Bar,Wind Zen,Amici’s Sport Bar,Mucuripe Club,20 e poucos anos club,Aloha Loca, Idrink in Rio(a festa),Centro Cultural Banco do Nordeste,Ideal Clube,Anfiteatro da Beira-mar,Seven Dinner,La Casa Lounge estão entre os palcos visitados pelo trabalho. Abrindo oufechando noite de shows de Seu Jorge, Biquini Cavadão, Nando Reis, Monobloco, Sergio Loroza, o grupo se fortaleceu na cena e ganhou consistencia e segurança do caminho a seguir. O grupo tem claro que é na criação de um repertório inédito que deve apostar as fichas do futuro do grupo e investe em canções que já caem no gosto de quem os acompanha e já entra na programação de radios FM (107.9) e (Cidade 99.1) com Juliana Contratempo,seu primeiro single.Em seguida vieram Bebé, D’Gata e Chega disso,sagacidade,compostas por Níguer e que podem ser ouvidas em apresentações ao vivo e farão parte do primeiro Cd autoral Nigroover.

http://www.youtube.com/watch?v=-BRPWQFTRzA

25 de jan. de 2011

Lia Veras

Lia Veras começa seus estudos de canto em apresentações colegiais e grupos católicos. O curso de licenciatura em música da Universidade Estadual do Ceará, bem como as participações em variados festivais de música popular lhe dão elementos para atuar como professora de canto. Participou do Coral do Povo (fundação Demócrito Rocha) e dos grupos vocais Etc. & Tal, Verbo Cantar, Belle Trio, Filhas da Mãe e Bárbaras. Como cantora solista apresentou os shows "Ao Tempo" (2009) e "Pôr-do-sol Maior" (2010) dentro do projeto Quinta Cultural do Mercado dos Pinhões pela SECULTFOR. Desenvolve um trabalho de pesquisa sobre a música popular brasileira das décadas de 60, 50, 40. Aapresenta-se regularmente no projeto Jazz ao Pôr-do-sol do Iate Clube de Fortaleza. Em 2010 desponta na cena autoral cearence como letrista, tendo seus escritos musicados pelos compositores Rogério Lima, Carlos Hardy, Márcio Resende e Luciana Costa.

23 de dez. de 2010

Comparsas da Vivenda


O Comparsas da Vivenda é um coletivo de artistas formado em Fortaleza-CE com o intuito de fomentar e promover expressões dos que o compõem por meio da colaboração e compromisso com a criatividade. Partilhamos, sobretudo, o desejo de respirar de quem já prendeu o ar por tanto tempo que não é mais capaz de adiar uma inspiração. Mas o que exatamente nos define como comparsas (além da intenção de revitalizar tão massa palavra) ainda não aprendemos a nomear. Apenas fazemos parte disso como fazemos parte do mundo: pisando todos no mesmo solo, mas cada um com pés diferentes e nem sempre no chão.


Alguns integrantes do grupo são Richll Martins, Ló Nunes, Tom Drummond, Caio Castelo, João Paulo Peixoto, Jairo Ponte, Amanda Nogueira, Allan Diniz, Samuel Goes, entre outros.

myspace:
http://www.myspace.com/lonuneses
www.myspace.com/tomdrummondmusica
www.myspace.com/comparsasdavivenda

blog
http://www.comparsasdavivenda.wordpress.com/
www.ocaiocaiu.blogspot.com/
http://www.expressopostal.blogspot.com/

twitter
@davivenda

25 de out. de 2010

Ibadã Brasil


Ibadã Brasil surgiu em 2008 como um grupo de estudo dos ritmos da tradição popular brasileira com um olhar focado sobre as manifestações afro-brasileiras. O ijexá, maracatu cearense, coco e baião, são algumas das expressões musicais executadas com o toque das alfaias. Com o tempo o grupo foi incorporando a contemporaneidade da música cearense interpretando canções de Wilton Matos, Alan Mendonça, Acauã, David Viana, Eudes Fraga, Descartes Gadelha, entre outros nomes. Hoje as apresentações do Ibadã Brasil reúne percussão, canto e dança. Também fazem parte a linguagem teatral a interação com o público através de manifestações circulares como o coco e a ciranda.

Ibadã homenageia uma cidade da Nigéria na África fundada em 1830 com maior número de negros retornados do Brasil após a escravidão, onde se deu o Fenômeno dos Retornado. É uma palavra em ioruba. Ibadan ou Ibadã, Ìlú Èbá Odàn, significa “a cidade na junção entre a savana e a floresta”.

Em 2009, fez participação no lançamento do CD “Ritmos de Luz” de Descartes Gadelha que aconteceu na sede do Maracatu Solar, nas comemorações da Semana da Consciência Negra no Parque das Crianças, no II Festival UFC de Cultura 2009, no encerramento da Bienal Percussiva 2009 que aconteceu no SESC Iracema, no II Festival Internacional de Capoeira e Cultura Afro-Descendente, no coletivo “Só mais uma sobre o amor” com o show “Maracatus, Cocos e Cirandas”.

Em 2010, participação no show “Minha Alma Sem Fronteiras” do cantor Wilton Matos realizado no Centro Cultural Oboé. Com o bloco “Papangus do Ibadã” apresentou-se nos blocos de pré-carnavais Batucada 75 e Vassouras do Babau, participação no lançamento do CD do Maracatu Nação Fortaleza e Calé Alencar “É de Bambaliê”, apresentou-se também durante o carnaval no Parque das Crianças. Aprovado no VI Edital Ceará da Paixão pela Secult do Estado do Ceará com projeto “Papangus do Ibadã”. Realizou oficina de construção de instrumentos em parceria com a faculdade de Educação Musical da UFC. Participação do lançamento do cordel “Guerreira do Benfica” no Largo do Mincharia. Participação na Feira da Música em 2009 e 2010. Participou do projeto "Armazém do Som" em Parceria com "Rosa Reis (MA)".

CONTATOS

::: Blog

http://ibadabrasil.blogspot.com

::: Orkut

http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=7218018465102005114

::: Alexsandra Cavalcante (Leka)

(85) 8750 9013 - alexsandracavalcante_2@hotmail.com

6 de set. de 2010

Água Ardente Blues


Formada em agosto de 2008, a banda com pouco tempo no cenário bluseiro de Fortaleza, logo conseguiu respaldo entre músicos, produtores e críticos musicais. Com o vocal impressionante e o mojo de Victor Belim, os riffs seguros de Leudo Jr, o solo virtuoso de Sartre – acompanhado pelo ritmo dinâmico das baquetadas instigantes de Flávio Gigas – e Samuel no grave alucinante do seu baixo, nasceu um blues dançante com a sensualidade do rock ‘n’ roll. Além do teclado psicodélico de Abimael Carvalho, a banda conta também com o ingrediente que nos transporta diretamente para as águas barrentas do Mississipi, a gaita de Régis.

Nas apresentações, o público vibra e aplaude a presença de palco do vocalista e percebe o entrosamento da banda num espetáculo que cria uma atmosfera de alegria e entusiasmo. A Água Ardente Blues tem como influências Muddy Waters - considerado o padrinho da banda, “Big Mama” Thornton, Bessie Smith, Janis Joplin e até mesmo nuances jurássicas do rock ‘n’ roll como Chuck Berry, James Brown, incluindo o feeling de vertentes um pouco mais recentes como The Ike & Tina Turner Revue.

No seu primeiro ano de existência, a Água Ardente Blues já conquistou um público diversificado, tocando em casas na Praia de Iracema, como The Pub e Mocó Studio, em bares e restaurantes como o Viva La Vaca, Rota 66, Bar 369 e casas de show consagradas como a Biruta. No entanto, não deixa para trás a sua origem no jovem coração da universidade, marcando presença em calouradas, dentre outras festas. Mais recentemente, a banda teve o privilégio de participar da turnê Férias no Ceará, promovida pelo Governo do Estado, tocando por vários municípios. Além de promover um show em Guaramiranga, durante o festival de Jazz & Blues 2010 e subir ao palco na Jam Session do mesmo Festival. Recentemente abriu as férias no Centro Cultural Dragão do Mar, 1° de julho de 2010, tocando no anfiteatro e contagiando a platéia.

A mistura da Água Ardente, enfim, forma uma combinação única que incendeia o palco e ateia fogo nas entranhas do público que não consegue ficar indiferente à magia do som explosivo e da performance cheia de personalidade, verdadeiros diferenciais no cenário local.
Site oficial:
http://www.youtube.com/aguaardenteblues

24 de ago. de 2010

Grupo Marimbanda


GRUPO

Marimbanda


Música Instrumental Brasileira


Festejando 10 anos de sua fundação a Marimbanda continua com seu belo passeio pelo Brasil musical e criativo, tocando muito baião, frevo, choro, samba além de um jazz autoral brasileiríssimo e de releituras de clássicos da música instrumental.
O veterano Quarteto é composto por Luizinho Duarte , Heriberto Porto, Thiago Almeida e Miquéias dos Santos.
para conhecer mais:

10 de ago. de 2010

Renegados

Banda de linguagem universal: [Rock/Blues/Fusion-Jazz/World music], tendo nas composições próprias, elementos da música de várias partes do mundo, especialmente da música brasileira com raízes nordestinas. Sempre antenada com os acontecimentos atuais, a Banda tem influência direta das épocas áureas do rock, (anos 50, 60 e 70), com as características da pulsação, criatividade e energia das artes daquele período. Tendo um cuidado especial com a timbragem dos equipamentos e instrumentos, os músicos procuram usar sempre amplificadores valvulados para guitarras e contrabaixo. A bateria possui timbres variados e efeitos de percussão, também são usados instrumentos como violão, harmônica, teclado e outros.

Os efeitos de guitarra, que dão um toque experimental, progressivo e psicodélico ao som, vêm de pedais analógicos, tipo: Phaser, Flanger, Delay e Wah Wah, usando também distorção Over-Drive do amplificador. Contrabaixo com equalizador e distorção Bass Drive.

Além da parte instrumental, a Banda traz fortes letras que abrangem variados temas sociais, políticos e poéticos.

Junto com o repertório autoral, a Banda Renegados faz uma viagem pelo universo musical de vários artistas e Bandas como Jimi Hendrix, Led Zeppelin, Cream, Santana, The Doors, Raul Seixas, Luiz Gonzaga, entre outros.

O grupo está na estrada desde 1993. Lançou em 2001 seu primeiro CD, intitulado Sem Fronteira, gravado durante apresentação no anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte & Cultura. O segundo CD, cujo título A Essência foi gravado durante shows realizados no: Centro Cultural Dragão do Mar, Centro Cultural Banco do Nordeste e no interior do estado do Ceará. Foi mixado e masterizado em estúdio em julho de 2003 convidada para vários eventos, a Banda Renegados participou de festivais como: Ceará Music, Vida e Arte, Mostra Sesc Cariri de Cultura, Feira da Música, Mostra de Teatro de Guaramiranga, mostra Jazz e Blues. Encontros de motociclistas, como o I e II Fortaleza Motorcycle com a participação de Moto Clubes de vários estados, e no Encontro Cearense em Cascavel / CE, dois dos principais eventos do gênero no estado. Como também a relação das apresentações do grupo em projetos literários, teatrais e educativos em inúmeras escolas de Messejana e outros bairros de Fortaleza, buscando em suas atividades pedagógicas intervenções com elementos da cultura popular contemporânea.

Renegados, pulsa um som atual e com sabor de classic rock.

Marco Leonel Fukuda

Marco Leonel Fukuda é jovem violonista, compositor, arranjador e estudante de Jornalismo de 20 anos. Busca o resgate das raízes musicais da cultura brasileira na intimidade com o violão, cordofone trazido de navio da Península Ibérica. Passeia pelo erudito e pelo popular, destacando no seu repertório a diversidade de ritmos da música brasileira como samba, choro, xote, baião, maracatu, frevo, valsa, ciranda. Sua experimentação estética aborda diálogos entre a música contemporânea com a música tradicional brasileira, retratando o violão como potente instrumento acústico, concertista, seresteiro, de grande extensão sonora, riqueza timbrística e vastas possibilidades musicais, mas também um cavalheiro ao acompanhar outros instrumentos em formações de música de câmara.



Felipe Breier

Felipe Breier é violonista, compositor, arranjador e estudante do curso de Música no IFCE. Formado em História pela Universidade Federal do Ceará (UFC), realiza pesquisas em História da Música dentre outras linguagens artísticas. Integrou o Grupo Cocos do Norte, realizando pesquisa sonora da relação entre violão e este rítmo. Realizou produção de arranjos e gravação como violonista e cantor de CD infantil intitulado Dó-Ré-Mi, que é parte integrante de um Projeto de Alfabetização vigente em 110 municípios do Estado do Ceará, dentre estes incluindo a cidade de Fortaleza. Atualmente faz parte do grupo de músicos da cantora, atriz e radialista Marta Aurélia, em que exerce o papel de violonista e cantor.

9 de ago. de 2010

Jânio Florêncio

Natural de Fortaleza-Ceará, Jânio Florêncio é um artista autodidata e plural. Ator, escritor, cantor, compositor, educador infantil... Já aos 11 anos compunha suas primeiras canções e experimentava tocar alguns instrumentos musicais. Sempre eclético, desenvolve hoje trabalhos diretamente relacionados ao teatro, música e educação. Na adolescência, ingressou em algumas bandas de pop rock que faziam covers de várias outras bandas conhecidas no cenário musical. Trabalhou com vários grupos teatrais de Fortaleza. Integrou um grupo de jovens atores chamado Impressões Teatrais onde, além de um obter um crescimento pessoal relevante, recebeu vários prêmios de interpretação. Também atuou no famoso grupo Balaio de teatro onde também se destacou. Atualmente, é professor de musicalização infantil, teatro, violão e guitarra.

Jânio Florêncio sempre prezou pelo trabalho autoral e assim chocava-se de frente com a tendência existente entre o fim dos anos 80 e início dos anos 90 na capital onde as bandas só encontrariam destaque dedicando-se a trabalhos de natureza cover .Hoje trabalha num projeto musical autoral voltado para ritmos bem variados, mixando-os ao eletroacústico experimental e não se prendendo a apenas uma vertente rítmica e explorando assim novas possibilidades sonoras. Também integra a banda SAMBAHEMPCLUBE que tem uma notável participação na cena musical de nossa cidade. Jânio Florêncio é o vocalista.

O processo musical deste projeto tem início a partir do desejo de entoar o samba de forma reinventada. Deslumbrado, o artista interessa-se de maneira arrebatadora pela amplitude proposta na música eletrônica, deparando-se com uma nova gama criativa, repleta de possibilidades. Tendo como mecanismos iniciais um violão, softwares que permitem a criação, gravação e reprodução de canções, samplers e loops, Jânio cria as harmonias, melodias e letras e as idealiza rebuscando outra forma de fazer samba. Juntamente com seu produtor musical, Ivan Timbó que, munido de mais parafernálias eletrônicas e outros instrumentos acústicos, dão vida a esse ELETROMIDIVIRTUÁUDIOSAMBA (título do álbum). Os timbres orgânicos e eletrônicos são revisados com minúcia buscando uma melhor qualidade sonora para as malhas. Inúmeras audições das pistas são feitas com cautela obtendo-se assim a satisfação do artista no que se refere a sonoridade desejada dentro de uma idéia filosófica e conceitual em cada faixa bem como sua reverberação na apreciação pública. As letras suscitam inquietações, fantasias, perspectivas, saudade, o amor...

O álbum já está praticamente pronto e deve mesmo sair ainda este ano. Em estúdio, Jânio Florêncio ajusta os últimos detalhes antes da mixagem e da masterização.

12 de jun. de 2010

Alan Mendonça






Alan Mendonça (Fortaleza, 1977) é poeta, compositor, contista, cronista, dramaturgo, arte-educador e produtor cultural. Seus pais e ancestrais são naturais de Russas, cidade cearense do Vale do Jaguaribe. Formou-se em Letras pela Universidade Estadual do Ceará, cursa a Faculdade de Psicologia na Universidade Federal do Ceará e é Especialista em Arte e Educação pelo CEFET-Ceará e Arte-Terapeuta com formação pelo Instituto Aquilae. Trabalha, além das atividades artísticas, como arte-educador de Literatura (Oficina da Palavra) no Projeto ENXAME, com atividades dentro do Grande Mucuripe, e no Projeto CRIANÇA FELIZ, com atividades dentro do Jardim Iracema, Pirambu e Barra do Ceará, na cidade de Fortaleza, Estado do Ceará.
É autor de cerca de 350 (trezentas e cinqüenta) músicas, dentre estas, aproximadamente, 80 (oitenta) gravadas e de vários textos teatrais, trilhas sonoras, contos e crônicas. Tem diversas músicas compostas em parceria com grandes músicos cearenses, tais como: Acauã, Calé Alencar, David Duarte, Descartes Gadelha, Edmar Gonçalves, Eudes Fraga, Fernando Rosa, Isaac Cândido, Jácio Cidade, Lenine Rodrigues, Liduíno Pitombeira, Mário Mesquita, Pingo de Fortaleza, Rogério Franco, Ronaldo Lopes, Tony Maranhão, Tarcísio José de Lima, entre outros e cantadas por, além dos parceiros, intérpretes consagrados como Eugênio Leandro, Marcus Caffé, Mona Gadelha, Fhátima Santos, Glayrton Santiago, Cyda Olímpio, Teti, Marta Aurélia, Ayla Maria, Joana Angélica, além dos grupos vocais Cinco em Ponto e Silêncio & Som.
Publicou Varandas (poesias, 2004), [Des]caminhos da Arte-educação (artigos, 2006), Angústias, álcool e cheiro de cigarro (poesias, 2006), lançou o CD Enquanto a cidade dorme (2007), o CD Coração Cinzeiro (2008), além de participar de várias antologias.
Destacam-se os prêmios: 1o lugar em poesia moderna no 10o Concurso Carioca de Poesias (2004); 2o lugar em poesia lírica no 10o Concurso Carioca de Poesias (2004); 3o lugar no V Prêmio Regional de Literatura da Casa de Cultura de Santo Amaro, Prêmio Paulo Eiró de Poesia (São Paulo/SP) (2004); 2o lugar no VI Festival de Música Junina da FUNCET (Fortaleza/CE) (2004); Concurso Amor Sem Fronteiras, da Editora Litteris (Rio de Janeiro/RJ) (antologia, 2005); 1o Prêmio Litteratu de Contos, Crônicas e Poesias, do Portal Litteratu (Porto Alegre/RS) (antologia, 2005); 2o lugar no II Festival de Inverno da Serra da Meruoca (música, 2005); Prêmio Martins Filho, da Academia Cearense de Letras (2005).
Destaca-se ainda a participação de sua peça Auto da repartição das almas na 4a Bienal de Artes da UNE, na cidade de São Paulo (2005); a co-produção do III Festival de Inverno da Serra da Meruoca (música, 2006); e a autoria, direção e produção do musical “A casa das mulheres da lua” (teatro, 2006/2007/2008), um dos espetáculos mais premiados do atual cenário teatral cearense.
Em julho de 2007, teve uma peça para orquestra e coro executada pela OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), parceria com Liduíno Pitombeira, músico cearense radicalizado nos Estados Unidos e por muitas vezes considerado o melhor compositor do mundo. A peça fora encomendada pela própria OSESP para a abertura do 38o Festival de Campos do Jordão / SP.
Em outubro de 2007, ministrou sua “Oficina da Palavra”, um projeto concebido para a aproximação sensível entre pessoa, leitura e escrita através da criação textual autoral, no II Encontro de Literatura Infanto-Juvenil do Ceará, uma realização SESC e Caixeiro Viajante de Leitura.
Atualmente, com Liduíno Pitombeira, já iniciou novos trabalhos, uma ópera ainda sem título dentro do universo psicológico da saudade e um ciclo de canções sobre os signos do zodíaco a ser executado nos Estados Unidos. Ressaltam-se ainda os trabalhos também já iniciados de um musical para o Centro de Estudos Musicais (CEM), da Universidade Federal do Ceará e o musical “Acalanto”, em parceria com Cleydson Catarina. Por fim, apresenta-se com bastante destaque a peça “Tudo que eu queria te dizer”, da Cia. Lai-tu, peça esta baseada no livro homônimo de Martha Medeiros sob dramaturgia de Thiago Arrais e que está em cartaz nos principais palcos de Fortaleza-CE, cujas canções foram compostas pela parceria Alan Mendonça e Ayrton Pessoa.

7 de jun. de 2010

Marcos Paulo Miranda Leão dos Santos


Marcos Paulo Leão é compositor, arranjador e pianista formado pelo curso de Licenciatura em Música da Universidade Estadual do Ceará – UECE e pelo curso de Extensão em Música da Universidade Federal do Ceará – UFC.
Começou seus estudos musicais aos oito anos de idade na flauta doce na antiga Escola Técnica do Ceará, hoje conhecido como IFCE. Aos onze teve suas primeiras lições de piano com a professora Zirlene Benevides. Nessa época já começava a se aventurar na área da composição musical.
Sua experiência musical é muito ampla, indo do erudito, passando pelo rock e chegando até o popular. Na área erudita, além da formação em piano clássico, já participou do grupo Doce Harmonia, onde tocava arranjos próprios das músicas de grandes compositores como Bach e Vivaldi. Desde 2006 é integrante, como flautista, arranjador e compositor, do Grupo de Música Antiga Syntagma, tocando músicas da Idade Média, período Barroco e compondo músicas nordestinas. No Rock, sua experiência aconteceu com a banda progressiva Levitha, com a qual se apresentou no teatro do IBEU e no Dragão do Mar, no Projeto Pôr do Sol Musical. Foi aluno de composição e arranjo instrumental de compositores renomados no cenário nacional e internacional como Tarcísio Lima e Liduíno Pitombeira. Foi o vencedor, no ano de 2007, do IV Concurso Alberto Nepomuceno de Composição para Banda Marcial de Música. Atualmente é o coordenador musical e professor da Escola Viva Música Viva.

Hoje, como compositor, tem se dedicado à música popular brasileira, sendo integrante do movimento Ceará Autoral Criativo.

31 de mai. de 2010

Miss Cauim e os Beiramalizados



Música sem restrições. Música livre, liberta de padrões enlatados. Música brasileira, música universal. Música pra sentir, pra ouvir, apreciar, se encantar e se encontrar com o velho e com o novo. Um convite ao inesperado, ao inusitado, à poesia que paira diante de nossos olhos. Miss Cauim e os Beiramalizados é um convite à orgia dos sons e da poesia. A paixão aliada ao esmero apolíneo da arquitetura musical. O canto que sai de corações sedentos por liberdade de expressão, querendo trazer à tona o real na arte, retratos de sentimentos, esperanças, desejos, gritos loucos, a lucidez poética que se tem ao abrir as portas da percepção.
São três indivíduos, Davi Silvino, Carlos Hardy e Celso. Sucinta harmonia no caos, desaguando num jardim de prazeres musicais. Do cantochão ao rock, cearense baião, brasileira canção permeada de experimentação, contestação, reafirmação do chão nas veias pulsantes, cantantes, vibrantes.
Um grupo que faz coro com as belas vozes de toda uma nova geração de compositores e intérpretes. Um grupo que faz parte do CEARÁ AUTORAL CRIATIVO. Bora! é um convite ao que está por vir...

25 de mai. de 2010

Joyce Custódio



Joyce Custódio é cantora, compositora e atriz. Formada em Artes Cênicas pelo CEFETCE, é cantora desde 1998, quando participou como intérprete do extinto Projeto Bec Seis e Meia, do Theatro José de Alencar e desde 1999 vem investindo em composições próprias, a maioria em parceria com o poeta Alan Mendonça. Já participou de alguns festivais de música, como o extinto Festival de Camocim, Festival de Garanhuns – PE, e do Festival Ecos de 68 da UFC, todos com composições próprias. Participou da banda Amana Ara, durante os anos de 2002/03, que tinha à frente o violonista e compositor Lenine Rodrigues, com um trabalho eminentemente autoral.

Na área teatral, já fez parte de vários grupos, como o Grupo Impressões Teatrais, o Grupo Teatro de Caretas e o PIANE - Projeto de Integração de Atores do Nordeste. Com o espetáculo "O Auto da Repartição das Almas", participou da IV Bienal de Arte e Cultura da UNE, em 2005, na cidade de São Paulo e com o espetáculo "A Selva e o Mar" participou do XII Festival de Teatro de Guaramiranga e da VII Mostra Cariri das Artes, ambos montados pelo Grupo Impressões Teatrais.

Faz parte do Coral da UFC desde 2008, quando participou da montagem do espetáculo "Abraços", montado em comemoração dos 50 anos do Coral. Encontra-se em processo de construção da releitura do espetáculo "Borandá Brasil", previsto para estrear em novembro/2010 e fazer turnê internacional em 2011.

Atualmente está concluindo a graduação em Arquitetura e Urbanismo na UFC, sua segunda formação na área acadêmica, com o Projeto de Graduação com o tema: "Um lugar para as Artes na Universidade: a sede do Coral da UFC".

Daniel Sombra

Edinho Vilas Boas

Aparecida Silvino



24 de mai. de 2010

Carlos Hardy. Eis-me aqui!

Meu nome é Carlos Hardy, sou compositor e instrumentista, atuo como baixista e cantor nos grupos Miss Cauim e os Beiramalizados, 4deCada e como violonista e cantor no grupo Encontros Casuais.

Minha história com a música autoral começou com as primeiras bandas de rock das quais participei. Do heavy metal ao pop rock, do rock progressivo a música de concerto, chegando depois a gêneros musicais brasileiros, meu processo criativo passou por algumas vertentes bem diversas, reflexo dos caminhos musicais que percorri, do que aprendi tocando em algumas bandas, na experiência que tive na
camerata de cordas do SESI, no curso de licenciatura em música da UECE, na escola de choro da funcet, com os corais da UECE e da UFC, compondo e tocando para grupos de dança como foi o caso da Cia. do Barulho e posteriormente da Cia. Vatá, e assim segue algumas boas histórias pra contar de encontros musicais e afetivos.

A minha relação com a música comercial e de massa a princípio era de repulsão completa, e com o tempo passei a me interessar mais pelos porquês do que propriamente pela atitude feroz e cheia de mágoas com esse tipo de música, pois ela ocupava e continua ocupando um lugar que poderia ser mais democrático e mostrar também o lado mais intimamente brasileiro da nossa música, dos movimentos populares que não estão na grande mídia, dos maracatus, afoxés, da música dos reisados e bumbas meu boi, dos sambas de tradição e dos chorões que enchem de alegria os bares e proporcionam encontros não só das gerações anteriores, mas também de amigos, estudantes e jovens artistas que não se contentam somente com a jaula dos sentidos que tem sido a cultura de massa, como também da música de concerto que é feita em nossa cidade, da música instrumental, da música eletrônica, da música experimental e assim segue um mundo riquíssimo e sem fim de caminhos estéticos dentro da nossa música.

Em alguns desses espaços de encontros despontam alguns jovens compositores e intérpretes que querem fazer sua própria música, não necessariamente moldada ao que está “bombando” no mercado. Temos a ACR (associação cearense do rock) liderada por Amaudson Ximenes, que promove e incentiva nossas bandas de rock e também promove uma série de trabalhos sociais. Muito se conquistou no que diz respeito a espaços para jovens músicos cearenses mostrarem seus trabalhos.

E quanto à música autoral? Como ela tem se inserido nesses meios? Que valor tem sido dado a ela? Que valor o público que freqüenta os espaços culturais fortalezenses tem dado à música que é feita pelos músicos daqui?
Será que essa música não tem a mesma qualidade da que vem do sul do país, dos artistas brasileiros já consagrados pelo grande público e pela mídia? Façamos essas perguntas a nós mesmos e procuremos entender o que é que está errado neste quebra cabeças.