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15 de mar. de 2012

Compacto "Minha Alma Sem Fronteiras" de Wilton Matos


Minha Alma Sem Fronteiras
Wilton Matos compacto com a música "Chuvarada"

Está cada vez mais próximo o lançamento do compacto Minha Alma Sem Fronteiras. Nele estarão impressas algumas representações musicais da poesia cearense e da riqueza sonora regional e universal na voz de Wilton Matos. Um patrimônio musical cujo registro há muito tempo era esperado.

Diz a crença popular que, no dia 19 de Março, dia de São José, padroeiro do Ceará, chuva é sinal de bom inverno e boa colheita. Então, para que assim seja, despejo uma "Chuvarada" para vocês ouvirem enquanto preparo o terreno de onde vão brotar as outras canções.
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Chuvarada
(Wilton Matos/ Alan Mendonça)


Ah... Tanto que eu rezei pra me levarem as mágoas
Ah... Tanto que eu chorei pra ver caírem as águas

E tanto que eu sonhei pra vida ficar boa
Mas o que era sequidão já virou lagoa
E a vida só inverte o seu penar...
O seu penar... O seu penar...

Chove chuva, chove todo dia
Mas chove de mansinho, chove calmaria
Chove um bocadim, chove chove chuva
Chuva de pouquim não faz camim nas ruas
Já tem tanta chuva nesse nosso olhar

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Ficha Técnica 



Voz e Violão: Wilton Matos
Bateria: Wlailton Ipui
Baixo: Rafael Lima
Guitarra: Ernesto Cartaxo
Coro: Juliana Roza
Pandeiro: Jefferson Portela
>>Ibadã Brasil
Débora Lopes
Eliana Matos
Leka Cavalcante
Nahyara Marinho
Paulo Maia
Wladiana Matos



Produção Musical: Jefferson Portela
Cartaz: Nathália Cardoso

8 de ago. de 2011

II Festival de Música da Universitária FM abre inscrições


II Festival de Música da Universitária FM abre inscrições
A partir de 1º de agosto, estarão abertas as inscrições para II Festival de Música da Universitária FM, nas categorias Música Instrumental e Música com Letra. O primeiro lugar de cada categoria será indicado para concorrer no III Festival de Música das Rádios Públicas do Brasil, organizado pela Associação de Rádios Públicas do Brasil (Arpub). As inscrições serão gratuitas e ficarão abertas até o dia 25 de agosto

Quanto Vale uma Canção?

O Show foi lindo demais!

Quem não foi, agora só próximo mês!

BORA!

10 de abr. de 2011

Música Boa? BORA!

matéria do caderno 3 do DIÁRIO DO NORDESTE


http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=961690


O compositor, escritor, teatrólogo cearense Alan Mendonça é uma espécie de porta-vozdo Bora! Ceará Autoral Criativo. O coletivo de artistas da música alencarina existe desde 2010 e vem movimentando a cena cultural com apresentações das canções feitas pelos próprios integrantes do movimento

Surgido em 2010, o coletivo Bora! Ceará Autoral Criativo tem como um de seus protagonistas o produtor Alan Mendonça. Ele arregimenta os artistas para inúmeras apresentações, desde o surgimento do grupo, em espaços públicos e privados. Merecem destaque os projetos "Quanto Vale Uma Canção?" e "Um Mais Um Mais Que Dois". Além deles, implementa também, um encontro mensal da galera, realizado no Passeio Público, sempre nos terceiros domingos de cada mês, totalmente custeado pelo Bora!.

Produções

Sobre as ações promovidas pelo Bora! Ceará Autoral Criativo, Alan Mendonça faz um balanço das atividades que o coletivo artístico já realizou, desde o início de sua atuação. "Ao meu ver, a maior intervenção que o Bora! produziu neste período de um ano de existência foi a de facilitar, mediar, encontros, bons encontros, entre compositores, músicos e intérpretes, dessa nova geração de artistas cearenses, e destes artistas com artistas de gerações anteriores. Assim, discutimos ações por ideias básicas sobre nossa música autoral, ideias estas que vão fazendo acordar os mortos e sambar os vivos, mas que, principalmente, faz gerar um raciocínio produtivo agregador que vem sendo o motor dessa história toda".

No que se refere ao processo de integração para os artistas que ainda não são alinhados ao Bora! mas querem se integrar ao coletivo, Alan revela quais as condições para participar. "É só querer chegar e descobrir a sua porta de entrada, descobrir qual é a sua função. Não propriamente dentro de um coletivo que vai se formando constantemente, mas descobrir a função de cada um dentro do fazer musical cearense. Se há esse desejo dentro de qualquer um que trabalha com música em nossa cidade, no Estado, e se há a disponibilidade para o diálogo e para a construção coletiva de intervenções musicais, então somos companheiros, carentes apenas (e ainda) da convivência produtiva", instiga.

"Nós temos um grupo presencial (como que um núcleo) de umas quinze pessoas, mas o Bora! não é só isso. O coletivo é muito mais do que essas quinze almas bem intencionadas que gastam seus tempos e neurônios a pensar intervenções musicais em nossa cidade", explica Alan Mendonça, quando questionado a respeito do número de integrantes do grupo. "Essas pessoas são as que se reúnem com frequência, mas o Bora! também abre suas janelas e portas para os transeuntes de nossa música, os que sempre estão de passagem, mas que sempre dão o ar da graça e ajudam a construir tudo isso".

Parcerias

Quando questionado sobre O Bora! participar de algum edital público de governos, municipal, estadual ou federal, Alan Mendonça disse que o único projeto aprovado em edital com o nome do coletivo foi o da Mostra Bora!, evento que acontecerá este ano na Praça do Ferreira, com três dias de shows gratuitos envolvendo os membros do coletivo. O grupo lançou, no ano passado, a acoletânea " Bora! Ceará Autoral Criativo". "Essa mostra será gravada e, posteriormente, vamos lançar um CD ao vivo, com os mesmos integrantes da nossa coletânea. Todos interpretaram canções diferentes, mas de seus respectivos repertórios"

Isso não impede que os artistas integrantes do coletivo participem de projetos da lei de incentivo "Foram aprovados alguns projetos individuais de membros, tanto em nível estadual quanto municipal. Assim, muito em breve, teremos o CD do Daniel Sombra com Vitor Duarte, o do Davi Silvino, o do Wilton Matos, os discos do Lifanco e do Ermano Morais (ambos artistas da região do Cariri cearense), além do segundo álbum do Marco Leonel Fukuda e um novo trabalho da Marta Aurélia. Também teremos um da Aparecida Silvino, interpretando canções do Eugênio Leandro, e outro de canções minhas, em parceria com Rogério Franco, interpretadas por Rodger Rogério e Téti. Em termos de editais de shows para preenchimento das programações dos centros culturais, aprovamos alguns no Banco do Nordeste e no Dragão do Mar".

Críticas

Fazendo uma avaliação das políticas públicas dos governos, municipal, estadual e federal, Alan Mendonça conta que o único prêmio federal conquistado foi o de Sílvia Colares, atualmente em processo de captação. "Acho que deveríamos investir mais tempo visando às possibilidades nacionais, tanto por que são mais abrangentes e com oportunidades de captação de recursos mais condizente com o fazer profissional das atividades artísticas", avalia.

Em âmbito local, Alan Mendonça não poupa críticas aos projetos públicos. "Nós que seguimos a linha do autoral em nosso estado não somos bem compensados no aspecto financeiro. Seguimos sempre aos trancos e barrancos e sendo o que Deus quiser e o diabo permitir, no ´Auto da Desarrumada e Desgovernada Cultura Cearense´. Os editais a nível municipal e estadual não suportam financeiramente alguns pontos da produção que acabam sendo realizados de uma forma provinciana".

O compositor cearense segue com críticas aos projetos públicos. "Estranho é imaginar que quem concebeu os valores empregados nesses editais desconhece as etapas do processo ou, simplesmente, as desconsiderou financeiramente de forma arbitrária. Mais estranho ainda é perceber que as políticas públicas dessas instâncias se escondem na falsa imagem de democracia, presente na política de editais, e, praticamente, se anulam do pensar cotidiano do fazer cultural, que deveria ser regido por visões estratégicas e de construção de uma cidade e de um estado mais forte culturalmente e não como entrepostos de forasteiros culturais. A maior parte de nossas políticas públicas de cultura nada mais é do que o cacique entregando as riquezas da tribo aos ´estrangeiros´ de passagem rápida por nossa aldeia", alfineta.

CDs do Bora!

Alan Mendonça faz uma listagem dos CDs lançados pelo coletivo artístico de Fortaleza, os discos com a marca Bora!, todos pela Radiadora Cultural foram os seguintes: ´Mãe´, de Aparecida Silvino; ´Nascente´, de Marco Leonel Fukuda; ´Bora!´, do Ceará Autoral Criativo; ´Loas´, do Maracatu Az de Ouro; ´A casa é sua´, de Caio Castelo, Felipe Breier, Joyce Custódio, Lia Veras e Wilton Matos; ´Cântaros e Quartinhas´, de Cântaro e Água de Quartinha, e ´Entre a lona e picadeiro´, de Ayrton Pessoa, Carlos Hardy, Fabrício da Rocha, Marco Leonel Fukuda e Rafael Viera.

Para os lançamentos dos discos, o Bora! Ceará Autoral Criativo e os artistas do coletivo tiveram apoio de pessoas e entidades como a Paróquia do Cristo Rei, a Casa de Música, a Imagem.Som, o SESC, o Compasso Estúdio, do Daniel Alencar. Todos os CDs são produtos do Bora! com o Radiadora Cultural e Alan Mendonça explica como funciona a parceria. "A Radiadora Cultural é um selo musical com foco na veiculação da música cearense. Neste contexto, há o encontro com as ideias do Bora! e esse caminhar junto acaba sendo natural e construtivo. As duas "instituições" são parceiras, todavia, independentes. Esse encontro vem dando certo, gerando e realizando todos esses projetos e muitos outros que estão por vir", detalha o agitador cultural do Bora!.

PRÓXIMAS AÇÕES

Domingo - Às 18h, no Auditório do Dragão do Mar. Show " Dança dos Sonhos", com Joyce Custódio. Ingressos: R$ 2 / R$ 1

13/04 - Às 20h , no Sabor & Tom Restô. Projeto A Gente Não Quer Só Comida. Show "Nascente", com Marco Leonel Fukuda. Ingresso: R$ 4

15/04 - Às 19h, no Sesc Iracema. Projeto Um Mais Um Mais Que Dois. Shows das bandas " Eletrocactus" e "Renegados". Ingressos: R$ 6 e R$ 3

17/04 - Às 16h, no Passeio Público. Projeto Ensaio Aberto. Show "Enquanto a Cidade Dorme", com Felipe Breier, Lenine Rodrigues e Alan Mendonça + canjões. Gratuito

20/04 - Às 20h, no Sabor & Tom Restô. Projeto A Gente Não Quer Só Comida. Show "Enfim Nós", com Comparsas da Vivenda. Ingressos: R$ 4

NELSON AUGUSTO
REPÓRTER

4 de abr. de 2011

Viciados na bondade de estranhos

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2011/03/27/viciados-na-bondade-de-estranhos-370228.asp

Cultura

Viciados na bondade de estranhos


Ou, mais precisamente, na caridade do contribuinte: os artistas consagrados que pedem dinheiro público estão dentro da lei, mas fora dos limites da ética

Sérgio Martins, VEJA

Maria Bethânia e Gal Costa são duas das maiores intérpretes brasileiras. Nando Reis, ex-integrante do grupo de rock Titãs, teve suas composições-solo gravadas por cantoras como Marisa Monte e Cássia Eller.

O grupo Tchakabum não tem esse tipo de prestígio (Kleber Bambam, vencedor do primeiro Big Brother, era louco por suas canções), mas vende disco e lota shows.

Nas últimas semanas, entretanto, esses artistas estiveram em evidência não por suas eventuais qualidades, e sim pela indignação que provocaram quando veio a público que estão entre os vários contemplados pelo Ministério da Cultura com autorização para captar verbas acima de 1 milhão de reais por meio de benefícios fiscais previstos na lei Rouanet.

Do ponto de vista legal, nada impede que artistas consagrados busquem esses recursos, nem que o MinC aprove seus projetos: todos os processos citados correram dentro do escopo da lei.

A questão é outra – se é ético que os artistas peçam o que na prática não passa de subsídio estatal para sua carreira, e legitimo que o MinC acolha proposta como a que beneficia Maria Bethânia, para um blog em que cada dia será postado um novo vídeo com ela declamando poesia.

Até prova em contrário, a única coisa que o público de Bethânia espera dela é que cante. E esse público, aliás, é apenas uma fração de um conjunto bem maior, o dos contribuintes que financiarão compulsória e involuntariamente – muitos dos quais não têm interesse em ouvi-la cantar, muito menos declamar.

Isso é, como bem definiu o músico Zé Rodrix, “usar o dinheiro de muitos para financiar a aventura pessoal de poucos”.

A lei Rouanet foi criada em dezembro de 1991 para estimular as empresas do país a investir na área cultural e retirar parte desse ônus do Estado. Como contra partida, ela permite abater até 4% do imposto devido. Ou seja, o dinheiro não sai dos cofres do Ministério da Cultura – mas é, sim, dinheiro público, que poderia ser aplicado tanto em projetos culturais merecedores como em saúde, educação ou qualquer outro setor.

Os nomes mais conhecidos costumam sair ganhando com a lei Rouanet porque, além do desconto no fisco, a vantagem para as empresas está em associar sua marca a um artista que lhes dê projeção.

Muito mais dificuldade encontram os projetos de música erudita e de artistas iniciantes ou experimentais. De instrumento para movimentar a cultura, então, a lei Rouanet muitas vezes é brandida como ferramenta para o assistencialismo de privilegiados.

Poderia ser pior: certas correntes usam essa distorção na aplicação da lei como argumento para pregar sua reformulação – segundo a qual o MinC seria empossado como distribuidor de verbas, o que transformaria a pasta naquele vergonhoso balcão de negócios que era, por exemplo, a extinta Embrafilme.

VEJA teve acesso aos requerimentos dos quatro artistas citados, bem como aos de Erasmo Carlos, Zizi Possi e da filha de Elis Regina. São de causar espanto os valores pedidos por alguns deles.

Maria Bethânia, por exemplo, achou que merecia 600.000 reais para ser diretora artística de seu próprio projeto, e pretendia remunerar o moderador do blog com rendimentos finais de 120.000 reais.

Gal Costa, que vai realizar 25 ensaios e oito shows para um tributo ao compositor Tom Jobim (já revisitado por ela em um passado não tão distante), classificou popular ingressos no valor de 50 a 100 reais.

Já o Tchakabum, em sua cruzada para divulgar o gênero neopagode, vai gastar 162.000 reais em cada um de seus dez shows gratuitos nas praias do Rio.

Se não barraram essa festa toda, os avaliadores do MinC ao menos corrigiram alguns valores. Os 600 000 reais de Maria Bethânia viraram 302 500 e os 120 000 do moderador do blog, 72 000. Os ingressos de Gal Costa baixaram para a faixa de 30 a 60 reais – que continua nada tendo de popular.

Em países como os Estados Unidos, é comum que artistas retribuam um pouco do carinho recebido nos primeiros anos de carreira. O ator Brad Pitt e o saxofonista Branford Marsalis ajudam na construção de casas para os desabrigados de Nova Orleans.

O ator Jack Black, famoso por suas comédias escatológicas, contribui financeiramente com a Filarmônica de Los Angeles. Tony Bennett, talvez o último grande cantor de jazz, criou programas musicais em sete escolas de Nova York e fundou a Escola de Artes Frank Sinatra na mesma cidade.

Patti LuPone, artista que reina nos palcos da Broadway mas está longe de ser milionário, é uma das principais colaboradoras da Juilliard School, emérita formadora de músicos e atores do primeiro time.

O artista brasileiro, por sua vez, sempre dependeu da bondade de estranhos. Foi mimado nos tempos gordos da indústria fonográfica, ganhou fama e dinheiro com shows e ocasionais vendas de discos. E hoje, quando as transformações no mercado não o favorecem, acha que o Estado lhe deve o favor de bancar seus sonhos.

Mesmo que a cortesia seja feita com chapéu alheio – o de seu público. Em meio a essa guerra de vaidades e vontades, o Tckakabum até faz menos feio: seus shows pelo menos serão gratuitos. O prejuízo do contribuinte, no caso, se concentrará mais no aparelho auditivo que no bolso.

26 de mar. de 2011

O Ecad diz que não é bem assim...

Matéria do Diário do Nordeste - COLUNA (24/3/2011)


O Ecad diz que não é bem assim...Quando alguém vai gravar um CD de música é necessário tirar o ISRC, o Código Internacional de Normatização de Gravação, uma espécie de CPF digital da composição. Com esse código, o fonograma, que é a música gravada, passa a ser identificado na extensão dos seus titulares de direitos autorais e conexos, dentre outras informações, do tipo procedência, gênero e data de gravação original. Assim, toda vez que uma música é executada, a leitura do ISRC oferece o nome dos seus titulares e até a percentagem dos seus direitos.

No Brasil, o ISRC pode ser emitido por qualquer uma das nove associações de autores e essas associações devem encaminhar o relatório de cadastro de fonogramas ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, Ecad. Com um banco de dados informatizado e farto, o Ecad tem tudo para fazer um controle eficiente da execução pública, inclusive no que se refere às canções apresentadas em shows e eventos, com base nos borderôs fornecidos pelos promotores, na hora de pagar o Direito Autoral.

Do mesmo modo que emitem o ISRC para fonogramas, as associações são responsáveis também pela emissão do ISWC, o código de referência internacional para a identificação de obras musicais, não necessariamente gravadas. De sorte que o Ecad tem em mãos todo um ferramental que o torna apto a administrar a arrecadação e a distribuição dos direitos autorais dos titulares vinculados às suas associações filiadas. Essa é a teoria, pois na prática há dois graves problemas nesse esquema: um de obrigatoriedade na arrecadação e o outro de falta de transparência na distribuição.

LEIA A MATÉRIA COMPLETA EM:
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=952003

23 de fev. de 2011

Ensaio "Aberto" com Passeio Público FECHADO

No domingo, dia 20 de fevereiro, o Bora! esteve na Praça dos Mártires, melhor chamar assim, para se apresentar no projeto da prefeitura de Fortaleza Ensaio Aberto. Convidamos Água de Quartinha para participar e o público compareceu. No entanto, a praça estava fechada, o quiosque estava fechado. Seria melhor chamar ENSAIO FECHADO?

24 de jan. de 2011

Votação Festival da ARPUB

David Calandrine é violonista e compositor de Fortaleza e está concorrendo com o 2º festival nacinal de música da arpub (associação das rádiospúblicas do brasil) com a música QUASE ERA UM CHORO, essa é a última semana de votação pública e ele pede nosso apoio!! Segue link pra votação:


http://www.arpub.org.br/index4.php?option=com_wrapper&Itemid=284

12 de jan. de 2011

Mafuá do Malungo entrevista Wilton Matos


O boreiro Wilton Matos concede entrevista ao blog cultural Mafuá do Malungo. A entrevista traça os caminhos que esse boreiro vem trilhando pela cultura cearense. Confiram!

Entre baquetas e batuques Mafuá do Malungo entrevista Wilton Matos

4 de jan. de 2011

20 de dez. de 2010

Revoltado, o violeiro Manassés vai embora do Ceará


publicado em 19/12/2010 - 8:19 por Egídio Serpa

Gênio da viola, compositor de primeira água, parceiro de grandes nomes da música brasileira, entre os quais Fagner, Simone e Elba Ramalho, o aplaudidíssimo violeiro e compositor Manassés, cearense de Maranguape, está abandonando – o termo é este – o Ceará. “Vou para Brasília, onde não sou amigo do rei, mas onde há, disponível, o incentivo ao artista. Aqui, isso não existe nem no Governo do Estado, nem na Prefeitura de Fortaleza e nem na de Maranguape. Por esta razão estou deixando a minha terra. Vou triste, mas tenho de ir para sobreviver com a minha música”, justifica. E a música de Manassés é da mais alta qualidade, que o digam seus grandes parceiros letristas, como o genial Fausto Nilo.

link:
http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/revoltado-o-violeiro-manasses-vai-embora-do-ceara/

17 de dez. de 2010

Homenagens à cultura Cearense

Com muita honra, espalhamos o convite para esta noite em que o Bora! Ceará Autoral Criativo será um dos homenageados junto a outros grupos e artistas cearenses.

22ª NOITE DAS ESTRELAS
Uma noite de homenagens à cultura cearense

Programação
19h Orquestra Eleazar de Carvalho
20h Entrega dos Troféus da Cultura no Ceará
21h30m Lançamento do livro "Sonhos Elétricos" de Morais Moreira
22h Morais Moreira – voz e violão
22h30m Apresentação de artistas locais (palco do jardim do TJA)
23h Coquetel
23h30m Encerramento

LOCAL: THEATRO JOSÉ DE ALENCAR
INGRESSO: 1kg de alimento não perecível
Ziriguidum Produções

Obs: segue em anexo mais informações sobre o Bora! Ceará Autoral Criativo

http://cearaautoralcriativo.blogspot.com/

11 de dez. de 2010

Pacto Pela Cultura no Estado do Ceará

Segue abaixo-assinado à sociedade em geral a respeito do PACTO PELA CULTURA NO ESTADO DO CEARÁ. O Documento é resultado de dois Fóruns Gerais das Linguagens Artísticas do Ceará, que contou com artistas e representantes das suas entidades mais diversas. Nele, há a posição de um consenso da classe artística cearense a respeito das políticas culturais a serem produzidas pelo Governo do Estado em seu próximo mandato, prestes a iniciar. Buscamos o mais amplo apoio ao documento, a fim de que ele seja discutido em audiência pública com o governador reeleito, Cid Gomes, a classe artística do Ceará e a sociedade civil. Leiam o manifesto dos artistas cearenses, apoiem com suas assinaturas e divulguem!

O Pacto será entregue ao governador próximo dia 15 de dezembro.

VAMOS JUNTOS E FORTES EM FAVOR DE UMA GUINADA NA CULTURA DE NOSSO ESTADO! SEGUE LINK DO ABAIXO ASSINADO:

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2010N4485

LEIAM, ASSINEM E DIVULGUEM!!
Fórum Cearense das Linguagens Artísticas (contato: 86818545).

28 de nov. de 2010

Passeio nos espaços da música cearense - matéria Diário do Nordeste 27.11.10


Passeio nos espaços da música cearense

A série Percursos Urbanos traz hoje "BORA ouvir ou BORA andar?", trajeto pelos locais onde os ídolos da música cearense se reuniam

O tradicional programa Percursos Urbanos, do Centro Cultural Banco do Nordeste Fortaleza promove hoje, a partir das 15 horas o passeio "BORA ouvir ou BORA andar?", que visitará os lugares conhecidos na cidade que serviram de ponto de apoio para os encontros dos artistas da música que vieram a formar o grupo Pessoal do Ceará.

O Percursos Urbanos foi criado com o objetivo de gerar uma politização com a temática urbana e cultural, sem o ranço de proselitismo militante. O entusiasmo de professores e pesquisadores, muitos de origem popular, que se somaram ao projeto, foi decisivo para o sucesso.

O encontro de hoje será mediado pelo compositor Alan Mendonça, que também é escritor e articulador do Movimento Bora! Ceará Autoral Criativo. Ele diz que, inicialmente, a trajetória começará no Curso de Arquitetura da UFC, passará pela Rádio Universitária FM e Teatro Universitário, espaços do polo cultural do bairro Benfica.

Depois seguem para a tradicional Praia de Iracema, onde serão visitados três outros recantos da boêmia onde os artistas do Pessoal do Ceará faziam seus convescotes culturais: o conhecido Restaurante Estoril, o Cais Bar e o Bar do Mincharia. Nesses locais, falarão o professor da UFC e pesquisador da música alencarina Pedro Rogério e os compositores Joaquim Ernesto e Eugênio Leandro.

MAIS INFORMAÇÕES

Percursos Urbanos BORA ouvir ou BORA andar?
Hoje às 15 hs no CCBNB - Rua Floriano Peixoto, 941, Centro. Contato - 3464.3108

23 de set. de 2010

BORA! no I Festival de Música da Rádio Universitária

O corpo de jurados do I Festival de Música da Rádio Universitária FM, composto por Elvis Matos, Elísio Cartaxo, Freire Neto, Liana Maciel e Maura Melo, selecionou 39 músicas para a etapa de veiculação na Rádio Universitária FM 107,9.

São 32 músicas com letra e 7 músicas instrumentais, escolhidas de um total de 143 inscritas.A votação popular e a veiculação das músicas para escolha dos vencedoras, começa nesta quarta (15) e se estende até o dia 3 de outubro.

Os ouvintes da Universitária FM poderão votar nas suas músicas preferidas no site www.radiouniversitariafm.com.br. A votação popular terá peso de um jurado nesta etapa.O resultado final do I Festival de Música da Rádio Universitária FM será divulgado no dia 8 de outubro de 2010, no qual serão revelados os vencedores e as músicas selecionados para a Etapa Nacional do Festival, organizado pela Associação das Rádios Públicas do Brasil (Arpub).

Músicos do Cd Coletivo BORA! finalistas do Festival:

  • Jefferson Portela - A BALA
  • Lenine Rodrigues, Alan Mendonça - BRINCADEIRA
  • Marcos Paulo Leão, Alan Mendonça - QUASE AO MEU LADO
  • Edinho Vilas Boas - RETUMBANTE
  • Wilton Matos - VOA PATATIVA
  • Marco Leonel Fukuda - CILIARES

Peço atenção à música Quase era um Choro, do amigo David Calandrine.

VAMOS VOTAR!!!!!!

7 de set. de 2010

Ressonância do Lançamento do CD!
Matéria do Públicada no Diário do Nordeste no dia 07 de setembro de 2010.
(clique na imagem para ler matéria completa)